sábado 31 Janeiro 2009
Professor José Reis (FEUC) apresenta principais resultados do estudo Estudo Integrado dos Impactes Económicos Globais associados à subconcessão Baixo Tejo
Da autoria de José Reis, Pedro Godinho, Joana Dias, Eduardo Barata e Luís Cruz, painel da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, o Estudo Integrado dos Impacto Económicos Globais associado às novas concessões, retira duas grandes conclusões, relativamente à subconcessão Baixo Tejo:
1) Do ponto de vista de uma abordagem quantitativa, que o mesmo “ permite declarar, de modo fundamentado, que na perspectiva económica e social este investimento é inteiramente validado”.
2) Do ponto de vista qualitativo que este “indicia um investimento que (também) se justifica pelos problemas do território em causa (que se circunscreve a uma única NUTS III), bem como pela necessidade de dar resposta aos custos sociais do congestionamento territorial,um problema a perspectivar na lógica global da organização territorial do país.”
Com um rácio positivo de 16,6 e um prazo de conclusão total de 36 meses, a concessão Baixo Tejo terá o primeiro troço concluído já em Janeiro de 2011.